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Expensive Soul: “Equipa vimaranense foi uma verdadeira família”

  • Foto do escritor: Joana Miguel Meneses
    Joana Miguel Meneses
  • 20 de jan. de 2022
  • 1 min de leitura

Os Expensive Soul subiram a palco com a Fundação Orquestra Estúdio, músicos convidados e muitas vozes vimaranenses, a 28 de abril de 2012, num concerto que encheu o Multiusos de Guimarães. Com arranjos e direção do maestro Rui Massena, todos souberam o que era melhor para a cidade Capital Europeia da Cultura.


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“Foi daquelas noites em que muitas coisas podiam ter corrido mal e falhado”, confessam New Max e Demo. “Havia muita coisa em jogo, do coro à orquestra, dos Expensive Soul aos Nicolinos. Éramos cerca de 160 músicos em palco e, por incrível que pareça, nada falhou”.


Trabalhar com o Rui Massena foi para os Expensive Soul “uma experiência muito boa”. Destacam a “cumplicidade e entrega” que garantem que existiu desde o início deste trabalho que começou um ano antes. “Houve encontros semanais num ambiente familiar onde criámos os arranjos quer para a orquestra quer para a banda, isso acabou por se sentir no resultado final”.


O amor é mágico, mas aquela noite também o foi. A fasquia estava “bastante alta, mas Guimarães superou todos as expectativas e tornou aquela noite única” nas vidas dos artistas. “Tudo valeu a pena”, disseram.


Max e Demo recordam a forma como foram recebidos em Guimarães. “Fomos muito bem tratados por toda a equipa vimaranense, foram uma verdadeira família. Isto acontece uma vez na vida. O concerto teve muitos pontos altos que nos marcaram, mas a entrega do público foi, sem dúvida, o mais importante. Cantaram e sentiram todo o concerto do início ao fim. Obrigado, Guimarães”.

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